É de ficar na tampa, mesmo no teto, bem no estilo chaleira fervendo, quando penso em como fechar garrafas, vidros, bocas largas, estreitas depois de envasar a cerveja.
Um artigo que a princípio parece mais simples que a embalagem, mas é bem mais complexo. Garrafas existem muitas, de tamanhos diversos, com pescoço ou sem, com rosca ou não, de gargalo fino ou grosso. O problema é fechar e a tampa não voar fora com a pressão da cerveja.
Somos um país com muito minério. Fabricamos aço. Fabricamos chapas de aço para diversos fins. Importamos tampinhas de aço…
A respeito do plástico, não quero. Sou artesão, a cerveja não tem químico nenhum e não está em garrafas PET, me nego a usar a desgraça do plástico.
Rolha é uma boa ideia, mas aqui em Florianópolis, só se rezar três terços completos pra alguém encontrar rolhas de garrafa de qualidade razoável e novas à venda. Se alguém conhecer uma fábrica me avisa pelo oficinaeoficio@gmail.com porque continuo procurando.
Por último e outra dificuldade são os arrolhadores ou equipamentos para fechar as tampas metálicas. O que é produzido aqui no Brasil é bem ruim, de péssimo acabamento, instável, mal acabado. Já os importados são os olhos da cara. Para ter uma ideia, um tampador de plástico importado, manual, custa trinta dólares fora frete, imposto se o pente fino da receita pegar…
Se eu encontrasse uma fábrica de vidro, ou sopradores de vidro artesanais para desenvolver garrafas em pequenas quantidades, irregulares na forma, de várias cores, sem que a quantidade fosse muito normalizada também, seria bem bacana. Se alguém souber de alguém que trabalhe fabricando vidro artesanalmente, me avisa pelo oficinaeoficio@gmail.com que também tenho interesse.