Engarrafei com um priming bom, ou seja, carbonatação alta, ou seja, bastante gás. Fiz isso pra ‘respeitar’ a quantidade de malte de trigo que utilizei.
Saiu diferente do que previ, menos escura, mais turva, menos cobre, mais amarelo, mais alcoólica, menos frutada. Tá linda!
Coloquei hoje uma garrafinha na geladeira e abri.
Nem deu tempo de fotografar, então, amanhã, quando abrir outra garrafinha, mostro.
A cerveja ficou bem leve, sem muita marca do trigo, um pouco turva, com 4,5% de álcool, amargor que lembra lúpulo quase imperceptível, com sabor sem marcar o malte mas bem longe de uma ‘bafebaca’ (bebida fermentada alcoólica a base de cereais), com espuma cremosa com duração suficiente para beber o copo antes de ela parecer choca como uma industrial fica em dois minutos.
Se ninguém gostar dessa cerveja, com certeza continuarei produzindo, pois encontrei ‘uma’ cerveja, a leve, que queria para dias de calor e comilanças diurnas.