Existem tantas cervejas e maneiras de produzir que a busca é espetacular, principalmente a pesquisa, e muito melhor fazer isso degustando ou mesmo bebericando uma cerveja artesanal. Nessa linha comecei hoje uma primeira busca de identidade. Comecei a elaborar minha receita pelo malte e deu no seguinte.

As pretensões iniciais:

01 – Malte de trigo torrado com cardamomo e café em grãos apenas seco, por mais ou menos duas horas a 150 graus na panela de ferro, para usar como tempero quando brassar minha Pale Lager que será uma Oficina e Oficio barbante amarelo.
02 – Malte de trigo claro
03 – Malte Pilsen

A pretensão é conseguir um mosto com Brix entre 8 e 9 (densidade 1.032 a 1.036), atenuar até 4 ou 5 numa fermentação à temperatura ambiente ou regulada entre 25 e 28 graus.

Tudo correndo certo daqui uns trinta dias tenho uma cervejinha bem leve de puro malte e puro grão com notas de biscoito maria, baunilha, banana, caramelo, amemdoim, mais uma coisarada que a memória trouxer na degustação e também de cerveja de verdade, claro…

Uma receitinha minha de eu mesmo desenvolvida pela minha própria pessoa e com o intuito de primeiro se agradar-me a si próprio; quando ficar pronto convido a todos para ver as fotos… 🙂