As denominações servem para encurtar entendimento.

Escolhi o estilo Pale Ale por ser uma cerveja mais fácil de entender e, também por isso, mais fácil de beber. Como nessa classificação a diversidade pode ser bastante grande tanto no amargor, malte e graduação alcoólica, dividi a Pale Ale que fabrico em três subestilos. Esse entendimento deve levar a um aperfeiçoamento da produção, variando ou ampliando as subtilezas da cerveja sem grandes alterações nas receitas. Manter uma receita durante algum tempo, aperfeiçoando ela, trouxe por enquanto boas surpresas.
Com o tempo espero explorar minuciosamente outros estilos. Por enquanto é esse que gosto, estudo, produzo, distribuo e se chama Pale Ale.

Assim ofereço a cerveja que produzo nessas apresentações que extrapolaram a divisão didática, passando a refletir uma real diversidade dentro de um mesmo estilo.

Oficina e Ofício barbante amarelo – Pale Ale Cristal
Aroma de lúpulo, frescor. Graduação alcoólica entre 3 e 4,5%. Cerveja clara de tom levemente esverdeado.

Oficina e Ofício barbante azul – Pale Ale
Sabor de malte e de lúpulo equilibrados, presentes e não acentuados. Graduação alcoólica entre 5 e 6%. Cor de cerveja, mesmo.

Oficina e Ofício barbante laranja – Pale Ale Bock
Presença marcante de malte, amargor equilibrado de lúpulo e malte para cerveja não ficar adocicada, sabor lupulado, aroma puxando mais para o malte. Graduação alcoólica entre 6,5 e 8,5%. Cerveja de cor acobreada, ou laranjada, ou dourada porque às vezes faço mais ou menos caramelização do mosto no início da fervura; com um pouco de turbidez.

Cada garrafa recebe manualmente um amarrio de barbante no gargalo, para facilitar sua identificação.