Ainda mantenho o blog de poesias e escritos, não sei bem porque. Me parece que sou mais aquilo que está lá, intangível, do que está cá, inatingível. Me creio mais o que me imagino, do que o que sou. E me assusta saber que sou exatamente aquilo que me mostro.

Essas letras abaixo saíram há tempos. Virou quase poesia.

A construção do eu, mas só o meu.