Às vezes meu saco enche e tenho que vomitar, então lá vai:

“Esse texto é dedicado aos estúpidos e os que se esforçam para atingir o mesmo e glorioso estado de estupidez, objetivo comum da mulher e do homem moderno.”

Se você que é tio, tia, padrinho, madrinha, avó, avô, pai ou mãe que adora levar o filhinho pra Mc qualquer coisa ou outro tipo de lanchonete de gororoba a jato para comer farinha modificada quimicamente e produzida por mão-de-obra semi escravizada, ou comprar refrigerante de cola com corantes, estabilizantes, antioxidantes e um monte de “matantes” pra ele para de chorar no mercado ou nas conveniências, se adora comprar biscoito super crocante à base de melhorantes ou encher a boca do animalzinho de salgadinho da Elma pra ele parar de agir como um abstêmio, entenda… Isso não é diferente da madrasta de historinhas que envenena a criança com arsênico a conta-gotas. Então, quando seu bebê, seu amigo, seu namorado, esposa, estiver vomitando ou com uma baita febre alimentar, ou quando a única coisa que alegra o ser é um pacote ou copo de uma dessas porcarias, lembre-se que alguém está matando esse ser de forma consciente, maldosa, egoísta, espúria, e esse alguém pode ser você mesmo.

“Se você se sentiu ofendido, ótimo!
Sim, sou contra a produção exageradamente industrial ou em enorme escala, de qualquer coisa essencial ao ser humano, principalmente alimentos.
Princípios ativos para remédios não devem ser patenteados e vá a merda quem pensa o contrário.
É claro que convivo e até amo muitas pessoas incluídas nessa lista de estúpidos que citei acima.
O governo -no sentido atemporal- é uma merda. O povo brasileiro é conivente.
Não creio que esse texto mude efetivamente alguma coisa.”