Almoço, teste de carbonatação … tudo bão.
Esse copinho em cima da mesa guarda uma modéstia. É que entre as variedades que procuro no que se refere ao volume de álcool, essa com 4,4% e que representa a minha linha de barbante amarelo, tem pretensão somente de ser leve. Ou seja, sendo mais ‘fraquinha’ ela teria menos sabor, afinal o malte foi mais ‘lavado’.
A surpresa minha é que essa cerveja mais fraquinha continua sendo mais saborosa que as ‘premium’ comerciais. Pensei bastante e cheguei a uma conclusão. Simplesmente faço uma bebida honesta.
O que isso significa. A indústria usa apenas ‘um pouco’ de malte, enquanto eu uso ‘somente’ malte. E aí vem outro pensamento. Tudo bem que vendam um negócio feito com cereais e algumas outras coisas, como repolho, e que tenha álcool e propagandas divertidas. Eu só acho que deveriam mudar o nome. Se o que usam de malte é menos do que 50%, então não deveriam chamar de cerveja, acho que aquilo é ‘bebida fermentada à base de cereais’. Que achem um nome pra aquilo.
Enquanto isso vamos, nós os milhares de fazedores de CERVEJA, cozinhando malte pra fornecer uma verdade em forma líquida, mais forte ou fraquinha, mais amarga ou docinha, mais escura ou clarinha, porém sempre ‘cerveja de verdade’.