Existe uma Lei de Pureza de 1516 (água, malte, lúpulo). Em 1993 acrescentaram a utilização do fermento e mais algumas licenças.
Porém acrescentar matérias-prima diversas, como cereais não maltados, para dar características especiais a uma leva de cerveja é aceitável, bacana, evoutivo e principalmente, uma opção do cervejeiro. Porque isso? Ora, sem usar mais que o básico, já se tem cerveja e das boas. Mas tudo bem, usar casca de laranja, pinhão ou outros negócios assim são exercício de criatividade, o que penso não diminuir a validade da lei de pureza da Baviera, que nos dá o ‘norte’, a base para algo que ‘pode’ se chamar cerveja, se tiver ‘pelo menos’ isso respeitado.
Usar extrato de malte, adicionar ‘químicos’ como aromatizantes, estabilizantes e coisarada que alteram cor, sabor e aroma artificialmente, para mim, é sacanagem e mostra que existe uma Lei de IMPUREZA regendo empresas que se fazem de ‘cervejarias’ mas são apenas negócios que visam lucro. Que mania que o povo tem de buscar dinheiro em cima de alimentos, sem ter escrúpulo. Tá na hora de o povo perceber que com tantos produtos químicos, dá pra transformar até urina em cerveja comercial, e quem duvida, pergunte pra um químico.
Saúde para a Cervejaria Insana, lá de Palmas do Paraná, que inspirou esse texto, Obrigado pelos artigos!